o que é bom?



eu ainda não acredito. mas a despressurização vai acontecendo devagarinho. eu surtei e escolhi prevaricar por 30 dias. T-R-I-N-T-A. pra quem nos últimos dez anos viajou para lugares conhecidos, carregando ora um filho, ora dois, trata-se de uma grande aventura. enorme.
trabalhei feito uma mula jovem hoje, mas dirigi pouco. isso quer dizer que o dia foi muito, muito produtivo. e agora me sento alegremente para escrever montes de palavras, ilustradas por montes de fotos.
estava saindo do escritório ontem, me despedindo e contando da minha viagem pra bahia, quando ele perguntou "por que você não manda seus filhos pra um acampamento e vai viajar sozinha?". ele não tem filhos. ainda bem.
na hora não respondi, mas disse que achava um horror "terceirizar os filhos" - o que não tem nada a ver com o acampamento, pelamordedeus. não olhei pra cara dele pra ver, e nem sei se ele ouviu. mas saí do escritório pensando em como sou sortuda de gostar de viajar com os meus filhos, e de achar sensacional poder mostrar para eles umas partes do mundo que eu já conheci antes de eles nascerem e que agora começo a apresentar-lhes.
a rosely sayão escreveu lindamente sobre o tema férias na folha de s. paulo. eu sempre penso nos "cursos de gastronomia para crianças" quando o assunto é o que fazer com os filhos nas férias. é bizarro.



eis a lívia enfeitando o bolo que levaríamos pra festa junina da escola. eu NÃO estava vestida de "homi". e o bolo fizemos, a lívia e eu, num domingo de manhã. bolo amarelo, recheio de doce de leite, cobertura de chocolate meio amargo e morangos. e, para nossa surpresa, uma pessoa comprou o bolo INTEIRO e lívia e eu não pudemos prová-lo

...

juntando férias com alegria e o mês de junho, tchã tchã tchã tchã!



a festa estava sendo organizada e eu não poderia participar. compromissos mil no último mês antes das férias de inverno, e filhos que não querem mais ir pra casa do pai. mas eis que a data da festa é mudada, e digo pra minha amiga que quer uma saia que posso costurar um modelito pra ela.
vamos combinar que quem nasce no rio deve sofrer muito quando se muda pra bela e cinza são paulo. não ver o mar é um castigo. mas minha amiga começou a gostar da cidade, e quando a gente gosta tudo é mais feliz.
bem, no fim não costurei saia nenhuma, mas ela apareceu finamente vestida pra nossa festa junina. eu, que não tinha nem saia nem vestido, me vesti de "homi". o bigodon é uma lembrancinha que meu filho ganhou na festa de um colega da escola. isso quer dizer que nem todas as lembrancinhas são inúteis.


...
vamos nos divertir.

Comentários

  1. Que legal, que alto astral!!!! Que a despressurização continue progressivamente!
    Bjs,
    Dani

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  2. Tita,

    Que delícia de blog e de fotos. Curta muito a Bahia com as crianças. E que o alto astral perdure.
    Nada como férias, não, amiga?
    beijo grande,

    Alê

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  3. e como foi de férias? já voltou? conta... saudades de vc, linda! bjs

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