quarta-feira, 29 de junho de 2011

o que é bom?



eu ainda não acredito. mas a despressurização vai acontecendo devagarinho. eu surtei e escolhi prevaricar por 30 dias. T-R-I-N-T-A. pra quem nos últimos dez anos viajou para lugares conhecidos, carregando ora um filho, ora dois, trata-se de uma grande aventura. enorme.
trabalhei feito uma mula jovem hoje, mas dirigi pouco. isso quer dizer que o dia foi muito, muito produtivo. e agora me sento alegremente para escrever montes de palavras, ilustradas por montes de fotos.
estava saindo do escritório ontem, me despedindo e contando da minha viagem pra bahia, quando ele perguntou "por que você não manda seus filhos pra um acampamento e vai viajar sozinha?". ele não tem filhos. ainda bem.
na hora não respondi, mas disse que achava um horror "terceirizar os filhos" - o que não tem nada a ver com o acampamento, pelamordedeus. não olhei pra cara dele pra ver, e nem sei se ele ouviu. mas saí do escritório pensando em como sou sortuda de gostar de viajar com os meus filhos, e de achar sensacional poder mostrar para eles umas partes do mundo que eu já conheci antes de eles nascerem e que agora começo a apresentar-lhes.
a rosely sayão escreveu lindamente sobre o tema férias na folha de s. paulo. eu sempre penso nos "cursos de gastronomia para crianças" quando o assunto é o que fazer com os filhos nas férias. é bizarro.



eis a lívia enfeitando o bolo que levaríamos pra festa junina da escola. eu NÃO estava vestida de "homi". e o bolo fizemos, a lívia e eu, num domingo de manhã. bolo amarelo, recheio de doce de leite, cobertura de chocolate meio amargo e morangos. e, para nossa surpresa, uma pessoa comprou o bolo INTEIRO e lívia e eu não pudemos prová-lo

...

juntando férias com alegria e o mês de junho, tchã tchã tchã tchã!



a festa estava sendo organizada e eu não poderia participar. compromissos mil no último mês antes das férias de inverno, e filhos que não querem mais ir pra casa do pai. mas eis que a data da festa é mudada, e digo pra minha amiga que quer uma saia que posso costurar um modelito pra ela.
vamos combinar que quem nasce no rio deve sofrer muito quando se muda pra bela e cinza são paulo. não ver o mar é um castigo. mas minha amiga começou a gostar da cidade, e quando a gente gosta tudo é mais feliz.
bem, no fim não costurei saia nenhuma, mas ela apareceu finamente vestida pra nossa festa junina. eu, que não tinha nem saia nem vestido, me vesti de "homi". o bigodon é uma lembrancinha que meu filho ganhou na festa de um colega da escola. isso quer dizer que nem todas as lembrancinhas são inúteis.


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vamos nos divertir.

3 comentários:

  1. Que legal, que alto astral!!!! Que a despressurização continue progressivamente!
    Bjs,
    Dani

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  2. Tita,

    Que delícia de blog e de fotos. Curta muito a Bahia com as crianças. E que o alto astral perdure.
    Nada como férias, não, amiga?
    beijo grande,

    Alê

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  3. e como foi de férias? já voltou? conta... saudades de vc, linda! bjs

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